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17:01 | 14/03/2008 Veja mais datas
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O DNA da sua aplicação


Nomes de fundos tendem a ficar mais complicados. Entenda-os


Renata Bernardis


Você sabe qual poderia ser o papel de um fundo Fiex na sua carteira de investimentos? Um fundo que se apresente como RV pode aplicar 50% do seu dinheiro em ações? Decifrar as siglas e termos que identificam fundos de investimento torna-se tarefa cada vez mais difícil. Os motivos da complicação são ótimos: o mercado se sofistica, oferece novos produtos ao investidor e precisa identificá-los, por uma questão de transparência, segurança e adequação a cada necessidade. Mas o poupador precisa estudar para compreender o “código genético” que indica o que ele pode esperar de cada fundo e, principalmente, como não perder dinheiro. Confira alguns dos nomes adotados pelo mercado:
FI 
Fundo de investimento: prevê a aplicação em ativos financeiros como títulos públicos, ações e CDBs
FICFI 
Fundo de Investimento em Cotas de Fundo de Investimento: requer a aplicação em cotas de outro fundo de investimento.
DI 
Depósito Interfinanceiro: indica que o fundo aplica somente em ativos de renda fixa, sejam títulos públicos ou privados, sempre de emissores com baixo risco de crédito. Tornam-se menos atrativos conforme os juros caem. Apresentam o menor nível de risco do mercado
CP 
Curto Prazo: mostra que o fundo aplica em títulos (públicos e privados, pós ou prefixados) de até 365 dias e que o prazo médio da carteira é inferior a 60 dias. São fundos de baixo risco. Quanto menor o prazo de um título, porém, menor a remuneração
RF
Renda Fixa: investem em ativos pós ou prefixados, como os títulos do Tesouro Nacional. Oferecem baixo risco, mas podem aplicar em papéis de médio e alto risco de crédito. Refletem as oscilações das taxas de juros ou índices de preços
RV
Renda Variável: demandam 67% das aplicações em ações. Visam ao retorno no longo prazo por meio de investimento em ações negociadas na bolsa
Fiex
Fundo de Investimento no Exterior: fazem aplicações em ativos relacionados ao dólar. Proporcionam diferencial de rentabilidade no longo prazo por meio de investimento mínimo de 80% em títulos representativos da dívida externa brasileira negociados no mercado internacional e máximo de 20% em outros títulos do mercado internacional
FMP-FGTS
Fundos Mútuos de Privatização/ FGTS: permitem que o trabalhador invista até 50% do saldo de suas contas vinculadas ao FGTS em compras de ações de empresas privatizadas pelo governo. Podem, portanto, auferir rendimentos superiores aos 3% de juros anuais mais Taxa Referencial (TR)  pagos, atualmente, pelo FGTS
Cambial
As aplicações são feitas em ativos indexados ou atrelados a variação do preço da moeda. Ao menos 80% dos recursos são destinados às operações com papéis atrelados à variação cambial, como ativos financeiros e/ou modalidades operacionais que busquem acompanhar a cotação de outras moedas.






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