

Edição 22 - outubro de 2008
Pergunta ainda sem resposta
A médica dermatologista Giselle Fróes, de Belo Horizonte, ainda está às voltas com uma dúvida essencial na vida de todo profissional liberal: identificar um nível de ganhos médios para conhecer sua capacidade de poupança destinada à montagem do primeiro consultório próprio. “Tenho dificuldade de prever quanto estarei ganhando no próximo ano, o que dirá daqui a dois ou três anos”, diz Giselle. Ela quer também aderir a um plano de previdência privada para iniciar a poupança focada na aposentadoria. “Como tenho dificuldade de poupar, o plano de previdência me ajudaria a criar uma disciplina. Atualmente, se surge uma oportunidade de gastar, eu acabo gastando.” Em janeiro, ela cogita tirar férias e fazer uma viagem ao exterior. Os recursos seriam poupados até o momento da viagem, sem a necessidade de recorrer às reservas. Mas Giselle reconhece que o objetivo de curto prazo diminuiria temporariamente sua capacidade de poupança, atualmente na casa de 20% da receita mensal.
Edição 21 - agosto de 2008
A melhor estratégia para o consultório próprio
A médica Giselle Fróes, de Belo Horizonte, tem diante de si um desafio comum a todo profissional liberal: montar o primeiro consultório. Hoje, ela trabalha em cinco locais diferentes e seus ganhos dependem da quantidade de consultas e das características dos procedimentos dermatológicos que realiza a cada mês. Como ponto de partida, precisa identificar uma média de rendimentos para saber quanto poderá investir. Giselle ainda não decidiu se assumirá sozinha o empreendimento ou se contará com algum sócio, fator fundamental para definir o volume de recursos que precisará alocar.
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Entrevista
Entenda melhor suas próprias decisões financeiras com a especialista em psicologia econômica Vera Rita Ferreira

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