

Edição 22 - outubro de 2008
Diversificando o risco
A engenheira Danielle Tanaka, de São Paulo, mudou-se em julho para o apartamento novo, alugado. Mesmo tendo de arcar com os custos de moradia, ela ainda mantém uma capacidade de poupança invejável. Para uma receita de R$ 3,4 mil, tem sobra de R$ 1,9 mil mensais para investir. E ainda ajuda o irmão mais novo com R$ 200 por mês. A idéia é montar uma reserva para o curto prazo (imprevistos), em renda fixa, e outra de longo prazo, em renda variável e multimercado, para objetivos futuros ainda indefinidos. A engenheira avalia a possibilidade de aderir a um fundo de ações com carteira diversificada em oito ou nove papéis. “Cometi um erro de principiante: estou muito exposta a poucas ações. É preciso diversificar o risco”, diz.
Edição 21 - agosto de 2008
Disciplina com resultados
Enquanto morou com os pais, a engenheira Danielle Tanaka manteve a disciplina notável de poupar entre 60% e 70% do salário. Recentemente, decidiu alugar o primeiro imóvel e ter a experiência de morar sozinha. Prevê que sua capacidade de poupança será cortada pela metade. A partir de agora, a engenheira deseja aprender mais sobre investimentos para extrair o máximo de suas aplicações. No período em que esteve com os pais, conseguiu montar uma pequena carteira de ações da Vale e Petrobras. Atenta à volatilidade do mercado, quer descobrir também boas alternativas em renda fixa.
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Entrevista
Entenda melhor suas próprias decisões financeiras com a especialista em psicologia econômica Vera Rita Ferreira

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