

Edição 22 - outubro de 2008
No comando das finanças familiares
A psicóloga Catarina Vidal, de São Paulo, descartou, ao menos no momento, a venda da casa de praia ou do apartamento em que mora para a compra de um menor. A idéia anterior era, com a diferença, iniciar poupança para a aposentadoria. “Num primeiro momento, eu teria mais custos: a diferença de um imóvel maior para o menor não seria significativa, se considerarmos despesas com corretagem, transferência, mudança e reforma”, diz. As despesas pessoais e familiares estão todas mapeadas. Ela reconhece que, embora mais bem organizada, ainda há o que ser feito. “É preciso mudar hábitos e o mais difícil é aprender a dizer ‘não’ aos filhos. Estamos diminuindo a freqüência a restaurantes e precisamos também optar pelo consumo de forma mais consciente”, diz a psicóloga, mãe de duas adolescentes. Participar do Sob Medida tem despertado a curiosidade de Catarina sobre o universo das finanças. “Tenho lido livros sobre investimentos e mercado de ações, o que também tem me ajudado bastante.”
Edição 21 - agosto de 2008
Entre manter patrimônio e investir recursos
Com o auxílio do Sob Medida, a psicóloga Catarina Vidal, de 48 anos, pretende solucionar um dilema. Divorciada há alguns meses, ela possui dois imóveis – o apartamento em que mora com as duas filhas, em São Paulo, e uma casa de praia. Receitas e despesas estão equilibradas no momento, mas Catarina deseja produzir um excedente para investir com foco na aposentadoria. Está em dúvida se vende os dois imóveis para adquirir um menor e iniciar a poupança ou se vende apenas a casa de praia, atualmente alugada com freqüência para equilibrar seus custos de manutenção.
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Entrevista
Entenda melhor suas próprias decisões financeiras com a especialista em psicologia econômica Vera Rita Ferreira

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