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17:01 | 14/03/2008 Veja mais datas
AE Investimentos






Edição 23 - dezembro de 2008

Hora de colher os frutos da disciplina



O empresário Alexandre Neves está bem perto de fechar o ano no azul. Com um apartamento praticamente vendido, ele espera zerar as dívidas mais caras, no cartão de crédito e cheque especial, e constituir uma reserva para março de 2009, quando receberá as chaves de outro apartamento que havia financiado. “É preciso ter alguma sobra para as despesas de documentação e para a parcela final”, explica.  Com disciplina, Alexandre conseguiu cortar gastos pessoais nos últimos meses, ao mesmo tempo em que ampliou as receitas do negócio.

Agora, colhe os frutos.

 

Edição 22 - outubro de 2008

 

Apertando o cinto

 

O empresário Alexandre Campos de Oliveira Neves limitou o pró-labore da empresa de que é proprietário para reequilibrar as contas. Para colocar as despesas em ordem, teve de recorrer ao cheque especial e atrasou dois financiamentos imobiliários: uma parcela semestral de R$ 5 mil referente a um imóvel já pronto e que já está à venda, e uma parcela mensal de R$ 2 mil de um imóvel ainda em obras, com previsão de entrega em março de 2009 – e que pretende colocar à venda no futuro. Ele está recuperando receitas de clientes na empresa de manufatura e importação de equipamentos de segurança industrial: nos últimos seis meses, reconquistou metade da receita extinta no ano passado, com a perda de um grande cliente em outro negócio, de representação comercial.

 

Edição 21 - agosto de 2008

 

Quando o entusiasmo vira dor-de-cabeça

 

Em tempos de crédito facilitado, o otimismo pode ser uma faca de dois gumes. Animado com o bom momento profissional, o empresário Alexandre Neves, de 40 anos, mergulhou fundo nos financiamentos imobiliários. Coleciona sete: três apartamentos e quatro terrenos, em São Paulo e Minas Gerais. Em meados de 2007, ele perdeu uma importante fonte de receita e recorreu a empréstimos para manter as contas em dia. O objetivo dele é colocar a casa em ordem, quitando parte dos financiamentos e se desfazendo de outros. Ninguém gosta de realizar perdas, mas é preciso ser realista na comparação entre patrimônio e endividamento.


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