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Quinta-feira, 01 de maio de 2008, 07h00

Além do Brasil, quatro países possuem a mesma nota de grau de investimento da S&P

Depois do anúncio, a agência de risco Fitch Rating colocou em revisão a classificação do País

Yolanda Fordelone - AE

O Brasil entrou em um novo patamar de investimento. Com a obtenção do grau de investimento pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s, as aplicações no País passam a ser consideradas mais confiáveis. A perspectiva é que mais investidores estrangeiros comecem a aplicar mais dinheiro em títulos, fundos e ações brasileiras.

Para o investidor pessoa física, significa mais liquidez nas aplicações, já que haverá mais participações. Além disso, o grau de investimento atrai mais empresas para a bolsa, o que significa que, a partir de agora, pode haver uma nova onda de abertura de capital (IPO, na sigla em inglês), segundo especialistas.

Além da S&P, existem outras duas grandes agências de classificação de risco: a Fitch Rating e a Moody’s. Em ambas, o País está a um passo de receber o grau de investimento. Na Fitch, o Brasil possui nota de “BB+”, mas a agência colocou a classificação em revisão depois que a S&P ter considerado o País confiável. Para conseguir o grau de investimento nesta agência, o Brasil precisa ter uma nota de, no mínimo, “BBB-”. Na Moody’s, a classificação é de “Ba1” e precisaria ser aumentada para “Baa3” para que o País fosse considerado grau de investimento.

Mas, não é só o Brasil que atingiu o grau de investimento pela S&P, com a nota “BBB-”. Existem mais quatro países na mesma situação de risco de crédito. Nas outras agências, mais nações esperam a elevação da nota para obter o grau de investimento.

Publicado em: 01 de maio de 2008, 07h00
Alterado em: 01 de maio de 2008, 07h00



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